sábado, 1 de julho de 2017

Alcochete e cabeças-de-lista a eleições

Antes de começar a escrever o que me proponho, devo dizer que este meu texto não está subordinado às minhas convicções políticas graças a Deus bem definidas, mas a uma análise objectiva de factos.
Escrevo pela ordem seguinte: PCP, PS e Coligação local PSD/CDS.
No dia da apresentação do candidato comunista à população, o barulho que ouvia dentro da minha casa era muito. Fui ver. O número de pessoas à frente do estrado não seria considerado o desejável pela candidatura em foco. Mas isto, tratando-se de comunistas, poderá não querer dizer muito. Seja como for, o José Luís Alfélua, se for o próximo presidente da Câmara de Alcochete, não é para mandar, mas para ser mandado pelo PCP. A ideia de que não é assim cai na ingenuidade política. O próprio Luís Franco, licenciado em Direito, foi um presidente mais virtual que real.
Fernando Pinto é um candidato a presidente da Câmara de Alcochete com garra. Tem voz. É socialista sem deixar de ser alcochetano.
A coligação local PSD/CDS parece encarar as coisas como se fossem favas contadas. Se o que digo tem alguma pertinência, o resultado poderá não ser tão bom como o merece Vasco Pinto, o cabeça-de-lista. Urge correr atrás de cada eleitor, por todas as freguesias do concelho, a convencer as pessoas contra os papões lançados pelos comunistas sobre as populações. No dia 30/06/2017, na Igreja da Misericórdia de Alcochete, Maria Luís Albuquerque e Nuno Magalhães bem desmascararam a mentira comunista para quem os quis ouvir.
Haverá ainda uma outra candidatura... mas sobre essa não me pronunciarei... porque uma aberração. Aberrantes são as pessoas que se servem ou possam vir a servir-se de um videirinho. Aqui, remeto para o texto em baixo "Um videirinho às autárquicas em Alcochete" de 7 de Junho/2017.



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